Eu queria tanto ter mais tempo pra postar aqui no blog. Eu já fui tão blog addicted na vida, mas o tempo anda tão curto que não dá mesmo. Não consigo conciliar vida pessoal, profissional e virtual, estou muito velha pra ser multi-funcional. Ou multifuncional? Bá, também estou velha para assimilar rapidamente reformas ortográficas, rá.
Mas aí eu preciso muito escrever sobre o início da vida escolar de Marina. Porque de agora em diante, ela vai pra escola todos os dias nos próximos dezesseis anos, né mole não. E eu tava super ansiosa porque queria muito que a escola fosse legal, que ela se adaptasse logo, enfim, que essa relação tão longa e importante começasse bem.
Escolher a escola não foi fácil, porque eu precisava de uma escola que eu considerasse boa, tinha que ser perto de casa e pagável, claro =P Fiquei em dúvida entre duas e escolhi a mais perto de casa, na verdade, dá pra ir andando até. Mas não escolhi apenas por isso, na verdade, a proximidade foi o critério de desemparte.
A escola que escolhi iniciou com o método de Maria Montessori, atualmente eles aplicam o método principalmente na educação infantil, nas etapas seguintes eles seguem o sócio-interacionismo de Vygotsky,mas sobre esse eu não vou colocar nenhum link porque eu li algumas várias coisas mas se você me pedir pra explicar sobre ele, eu não vou sair do canto. É um assunto super complexo. O método de Montessori sempre teve a minha simpatia, passei os últimos meses lendo bastante sobre o assunto. Aqui em Recife só tem uma escola oficialmente Montessori. Mas além de ser um pouco mais distante da minha casa, ouvi algumas críticas relativas à organização e estrutura física que se confirmaram na visita que fiz ao local. Mas após ler muito sobre as propostas pedagógicas da escola, percebi que tem muita gente que diz seguir um determinado método e na prática não consegue aplicar e eu decidi que queria uma escola que tivesse poucos alunos em sala, professores preparados, que respeitasse e repassasse os valores familiares e morais que eu considero importantes pra minha filha e que, principalmente, mantivesse um canal de comunicação aberto com os pais.
No primeiro dia de aula fui muito preocupada.Tinha receio que eles não permitissem que os pais ficassem perto, que viessem com aquele papo de "tem que se acostumar" e eu ia fechar o tempo. Mas eles estão sendo bem receptivos e pacientes com os pais, estão respeitando o tempo de cada criança e disso eu realmente gostei. Marina tá curtindo. A sala de aula é espaçosa, tem brinquedinhos coloridos, as tias são legais, o parquinho de areia é um barato, tem até galinhas e patinhos de verdade. Na verdade, ela vai pra escola pensando no parque e nos patinhos, hehe. Mas ela ainda chora quando eu ou a babá dela nos afastamos. Não consegui ainda deixá-la na salinha e me esconder, ela não me deixa sair. Na sexta-feira à tarde ela já estava mais entrosada com a turma e talvez na segunda ou terça-feira a gente consiga.
No primeiro dia de aula fui muito preocupada.Tinha receio que eles não permitissem que os pais ficassem perto, que viessem com aquele papo de "tem que se acostumar" e eu ia fechar o tempo. Mas eles estão sendo bem receptivos e pacientes com os pais, estão respeitando o tempo de cada criança e disso eu realmente gostei. Marina tá curtindo. A sala de aula é espaçosa, tem brinquedinhos coloridos, as tias são legais, o parquinho de areia é um barato, tem até galinhas e patinhos de verdade. Na verdade, ela vai pra escola pensando no parque e nos patinhos, hehe. Mas ela ainda chora quando eu ou a babá dela nos afastamos. Não consegui ainda deixá-la na salinha e me esconder, ela não me deixa sair. Na sexta-feira à tarde ela já estava mais entrosada com a turma e talvez na segunda ou terça-feira a gente consiga.
Pra falar a verdade, o que eu não gostei foi de uma mãe que manda cheetos no lanche de um menino de um ano e dois meses de idade e Marina, que come sem stress aqui em casa, não tá lanchando direito porque tá de olho no cheetos do vizinho. Conversei com a professora e pedi que ela falasse com a família do guri, até porque a escola manda um cardápio que os pais devem seguir e a bonita não deve nem olhar pro papel, humph. Ah, outra coisa legal foi que nas vezes que Marina mamou na escola,não recebi nenhuma crítica ou olhar atravessado. Mas se receber, pode ter certeza que vai rolar patada.
Mas o que eu queria falar mesmo é que eu fico bestinha quando vejo Marina saindo de casa empurrando a mochilinha, porque outro dia ela era um bebê. E é tão bom, mas dá tanta saudade vê-la crescer... =~)

0 comentários:
Postar um comentário